FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES

FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES
WJDW

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

ONGS QUE ATENDEM À MULHER VÍTIMA DE VIOLÊNCIA NO RIO DE JANEIRO


ONG

Disque DenúnciaRio de Janeiro/RJ
Tel.: (21) 2253-1177

Disque DenúnciaItaperuna/RJ
Tel.: (22) 3822-1177

Advocaci – Advocacia Cidadã pelos Direitos HumanosCentro – Rio de Janeiro/RJ
Tels.: (21) 2507-6789 / 2531-7800

Associação de Mulheres Beth Lobo- Cidadania e Justiça
Volta Redonda/RJ
Tel.: (24) 9974-2358
m.conceicaosantos@ig.com.brEste endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. .

CriolaCentro – Rio de Janeiro/RJ
Tel.: (21) 2518-6194 / 2518-7964, de 2ª a 6ª, das 10h às 19h
www.criola.org.br

Casa da Mulher Bertha LutzRetiro – Volta Redonda/RJTel.: (24) 346-2012, ramal 268, ou (24) 347-1666, ramal 140
Instituto NOOSBotafogo - Rio de Janeiro/RJ
Tel.: (21) 2579-2357
noos@ax.ibase.org.brEste endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.

Movimento de Mulheres em São Gonçalo
Centro - São Gonçalo/RJ
Tel: (21) 2606-5003 / 8162-4071, de 2ª a 6ª das 9h às 17h
mulheresmmsg@ig.com.brEste endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.
www.movimentomulheressg.com.br


Ser Mulher
Nova Friburgo – Rio de Janeiro/RJ
Tels.: (24) 2523-5282 / 2558-4170

CAMTRA – Casa da Mulher Trabalhadora
Centro – Rio de Janeiro/RJ
Tel.: 0800 285-0808, de 2ª a 6ª, das 9h às 18h
camtra@camtra.org.brEste endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.
www.camtra.org.br


Disque-Mulher Baixada
Tel.: (21) 3751-5825, de 2ª a 6ª, das 9h às 17h (almoço das 13h às 14h) CDV Duque de Caxias
Centro – Caxias – Rio de Janeiro/RJ
Tel.: (21) 3771-3993

OUTROS SERVIÇOS

CEDIM – Conselho Estadual do Direito da MulherCentro - Rio de Janeiro/RJ
Tel.: (21) 2299-1999 / 2263-0004

CIAM – Centro Integrado de Atendimento à MulherCentro - Rio de Janeiro/RJ
Tel.: (21) 2299-2122, de 2ª a 6ª, das 9h às 16h

Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal do Rio de Janeiro
Cinelândia – Rio de Janeiro/RJ
Tel.: (21) 3814-2121, ramal 2449, e 3814-2449

Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro/RJ
Tel.: (21) 2588-1127 / 2588-1000

Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro/RJ
Tel.: (21) 2588-1309 / 2588-11308

CEOM – Centro Especial de Orientação à MulherSão Gonçalo/RJ
Tel.: (21) 2628-8228 / 6607-4355

NUDEM – Núcleo Especializado no Atendimento à Mulher Vítima de ViolênciaCentro - Rio de Janeiro/RJ
Tel.: (21) 2240-3377, ramais 132 ou 134

6 comentários:

  1. Sou totalmente contra ao homem que abusa da mulher seja sexualmente, espancamento e até mesmo faze-la de empregada e obriga-la a servi-lo e outras coisas mais que quando feita sem o nosso consentimento . Agora com relação ao Big Brother vejo muita preocupação num caso que a propria não acusa permitiu muitas coisas e agora todos no Brasil estão tentando defende-la ora gente vamos deixar de ser ipocrita quantas mulheres neste momento estão passando por situações que denuciam e vocês não fazem nada tinhamos sim que fazer de cada caso um caso de policia a imprensa divulgar mostrar a cara do safado ,mas não vocês ficam se preocupando com quem está na midia pelo amor de Deus sejamos mais coerentes.

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  2. O Poder Judiciário é, não raro, co-autor, das violências contra mulher.Sou ameaçada dentro de casa por vizinho a mando de 2 vizinhas que abrirame avnaçaram com janelas para dentro da minha casa e quem foi acusada fui eu ao que dei parte. Ele - com o testemunho da esposa- me caluniou em retaliação e o MP RJ e a Polícia Judiciária me acusaram de injuria racial, pasmem com o falso testemunho da vizinha- esposa dele. Foi arquivado, mas minha dor não cala, pois sou defensora dos direitos das minorais injustiçadas e sou -como muitos brasileiros - mestiça com óbvia descendência africana. Na América do Norte sou considerada negra. NO BRasil as vezes me chama de parda, termo horrível sinônimo de suja, melhor mestiça.Processei o EStado com provas documentais de violações do Código de Penal e perdi. Não rao os juízes protegem o EStado, creio que com medo de perder promoções, mas o EStado é bancado pelo povo. Estou em situação análoga a escravidão onde não cessam meus deveres em relação a minha casa, mas não possuo direitos correspondentes. Desde tratamento degradante, até a falta de garantia do usufruto da propriedade privada, passando por outras violações das garantias fundamentais meus direitos estão violados. Corre há quase 3 anos - faltam 2 meses- ação para que os vizinhos saiam da minha casa. A liminar foi negada!!! Além de ódio as mulheres, neste país prevalece o racismo institucionalizado coma ridicularização do negro. O vizinho que me ameaça e calunia e que tem amigos no BOPE, na P2 e na R.A, foi vítima de práticas racistas- não por mim que ele caluniou - mas pelo EStado que o ridicularizou como negro, idoso e sequer investigou os fatos. O vizinho me assedia desde 2006. Diz que sou prostitura, que vai ficar nu com a motosserra, vem me espionar ao tomar banho, trocar de roupa e me segue: tive que abandonar minha casa! Ele é um homem muito forte, violento, muito rude e não é pelo fato de ser idoso ou negro que pode invadir minha casa, colocar lâmpada dentro, ameaçar me matar, estuprar e bater. Ele foi discriminado como lixo!! Foi tratado com bases em pressupostos racistas ee com o preconceito destinado aos idosos eu porque sou mulher fui tratada como a meretriz bíblica. Na presença de autoridades do Poder Judiciário ele ameaçou que os amigos dele do BOPE invadiriam a minha casa e até fez injúrias a imagem de São Jorge que possuo. Sou tratada aos berros de prostituta, que troco meu corpo por serviços e favores, que sou caloteira, que faço injúrias raciais, que sou macumbeira e tiro trabalho dele com macumba, que alugo minha casa para pessoas do entorpecente. Isto em casa e também já ocorreu aos brados na rua. O vizinho se arvora de Pai da MOral e berra. Pedi ajuda a Polícia e ao MP RJ que como punição me indiciaram. Pedi ajuda ao Plantão Judiciário e a Defensoria Pública, negaram! Tenho testemunhas de que jamais fiz qualquer ofensa a este senhor, o que é óbvio porque se fizesse ele provavelmente me espancaria ou mataria porque ele é violento e fora de si.

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  3. O Estado de Direito não existe, me parece uma utopia. Segurança Jurídica no Brasil não suporta a morosidade e nem as interpretações tendenciosas dos magistrados. O EStado rasgou o contrato social no que concerne a seus deveres, só sobraram os deveres do povo, principalmente no que concerne aos que são de alguma forma oprimidos. A Constituição virou um livro de folclore nacional. Há magistrados que chegam a debochar de direitos humanos!!! Como mulher vítima de violência de gênero, pela experiência hedionda que passei nãoa conselho qualquer mulher a denunciar. Até a DEAM se negou a registrar uma ocorrência. Agora querem que eu denuncie os crimes dos poderes públicos na Corregedoria !!! Estão malucos??? Vou me meter com bandido... foi assim - como bandidos de alata periculosidade - que as autoridades do Judiciário com que tive contato, agiram para comigo e me pergunto desde então: quantos esquartejados de Manaus eram inocentes? Não é possível que os crimes do Poder Judiciário tenham como alvo só a mim. Todos nós brasileiros estamos em risco, pois vivemos em EStado de EXceção e o responsável por tantos e violaçãoes é a degradação absoluta do Poder Judiciário, totalmente imoral, em si só com regras que violam cláusulas pétras e divinizam meritíssimos sem mérito algum. Jamais deveriam ter mentido que eu pratiquei injúria racial, pois ao fazerm isso invocaram a dor de todos os meus ancestrais torturados em navios negreiros, a dor de meus irmãos que foram vendidos e chicoteados e a revolta infinita das mulheres obrigadas a copular com seus algozes asquerosos preferindo morrer a isso. Essa é a dor que eu tenho em mim, desde que esta que se tornou uma organização criminosa me acusou falsamente de injúria racial.Qual a diferença do tribunal do tráfico de drogas para os julgamentos arbitrários do Poder Judiciário ?

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  4. A diferença do Tribunal do Tráfico de Drogas difere dos julgamentos arbitrários do Poder Judiciário em 3 aspectos: 1) No tráfico não há desperdício de dinheiro público. 2) No tráfico os que julgam não são pagos com a escravidão do povo . 3) Não há morosidade.
    A semelhança entre os 2: Crueldade, violência e arbitrariedade!
    Juízes devem ser substituídos por um programa de computador auditorado internacionalmente e deve haver um tribunal isento e plurireferencial para o julgamento de magistrados. Todos somos iguais perante a lei deve valer para magistrados e as únicas regalias devem ser aquelas que protejam a segurança destes profissionais . Em julgamentos por programa de computador com inúmeras variantes inclusas não haverão preconceitos e parâmetros tendenciosos para indiciar ou julgar alguém. Um juiz só entraria num caso de suspeita de bugs ou hackers no programa ou em caos especialíssimos ainda não disposto pela Lei. Atualmente o Judiciário não tem qualquer compromisso com a justiça, nem com a ética, nem com a verdade, nem com o bem estar das pessoas e da sociedade. Eu sou uma mulher vítima de violência de gênero, ameaçada por um vizinho e nada disso teria acontecido se eu lhe fizesse favores sexuais mediante suas investidas. Fui indiciada por injúria racial - não fiz, nem farei tal injúria , exceto talvez com uma arma apontada para a cabeça me obrigando porque não abri minhas pernas para o vizinho e nem posso usar a minha casa , pois não vou me expor mais tratamento degradante e riscos, mas o Estado não me protege continua me cobrando impostos e taxas. Estou em situação análoga a da escravidão. Neste ínterim minha casa foi invadida várias vezes e fui ameaçada por outro vizinho de algum tipo de denúncia caluniosa, que não seria desta feita de injúria racial porque este é branco, amigo do primeiro, e invadiu minha casa e quebrou coisas nela. Fui chamada aos brados de maluca várias vezes ao entrar em casa. Respondi apenas: O senhor não tem espelho na sua casa ?! afinal não era eu quem estava ameaçando e xingando os outros . E a quem vou denunciar? A quem vou pedir ajuda? 180 é um telefone de estatísticas que dá apenas algumas informações, quanto a polícia e ao MP RJ que agiram para comigo como organizações criminosas, vou denunciar para que? Para desta vez ser acusada de pedofilia no asilo de velhinhos?! Não tenho a quem recorrer. Só minha fé em Deus - e amor da minha família e de amigos mais chegados- me manteve e mantem de pé e me deu forças para ainda estar de pé atravessando este umbral infernal disposto neste país. Tenho uma coisa que meus algozes não possuem: Direito de Consciência ! Eles hão de se envergonhar de suas calúnias, iniquidade e crimes! Antes disso, eu nem sabia que as instituições que deveriam ser sólidas e garantir a Democracia, instituições as quais sustentamos se tornaram organizações que perpetram crimes, pessoas que se juntam para perpetrar crime, desperdiçam dinheiro público e todo dia na TV vemos estas mesmas instituições acusando terceiros de crime organizado - vemos bandidos de chinelo correndo no morro - organização criminosa, formação de quadrilha e desperdício de dinheiro público. Faço a mesma pergunta que fiz ao outro vizinho que me chamou de maluca várias vezes ao berros, na rua: Não tem espelho na sua casa não?! Meus comentários são públicos e anônimos - não me identifico para não sofrer mais retaliações - e quem julgá-los de algum valor pode disseminá-los, reproduzí-los que eu inclusive agradeço. Gosto de acreditar no ditado que diz: " Uma pedrinha pode derrubar a carruagem do rei". Gostaria muito de ser a pedrinha que colabora para derrubar o carro do rei, rei desumano e perverso.

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  5. Uma última coisa: Não seria justo se eu não citasse que a Defensoria Pública Criminal , na ocasião, foi uma grata surpresa. Atendimento respeitoso, rápido e excelente, que me surpreendeu, já que a Defensoria em geral se nega a atender e no Plantâo Judiciário do Forum do RJ contatei crueldade absoluta contra pessoas em situaçâo de extrema dor e vulnerabilidade! A única coisa boa que atestei foi a excelência o atendimento da Defensoria Criminal do Centro- na ocasião. Não citarei nomes, mas agradeço muito ter sido tratada com respeito e humanidade e vi outras pessoas também sendo tratadas com dignidade.

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  6. Meu nome é Nicole. Eu fui enganado muitas vezes no passado que me fez quase desistir de obter as informações que eu precisava para provar meu ex-marido errada sobre os mortos de nosso filho no tribunal, por favor não seja uma vítima porque Demorou meses para encontrar um hacker genuíno que me ajudou e me deu o resultado gastou mais de US $ 4000 para muitos hackers ruins em linha. Obrigado, Sr. Williams! O trabalho que você já desistiu, fui para o Facebook, onde vi um anúncio de Sufia Matheus sobre seu trabalho bem feito. Por favor, todos que eu realmente não quero falar muito dizem que prometi contar a todos sobre ele, é por isso que estou fazendo isso. Se você quer ser feliz e estar livre de todas as mentiras de seu marido e falsos amantes do mal, você vai entrar em contato com prudenthcakers@gmail.com e ver um bom resultado. Fez no iphone do meu ex marido foi incrível e inacreditável para mim com o que eu vi!
    NOTA: para resultados efetivos, entre em contato com prudenthcakers@gmail.com

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